quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sobre a vida - voltando lentamente

Sentado agora em frente ao computador tudo aprece efêmero. Estas tantas semanas repletas de acontecimentos e novidades que me afastaram um pouco de mim mesmo. Provas e mais provas que merecem uma larga critica e outras bons elogios, D.Rs. como ouvir o Arnaldo Jabor chamar esse tipo de coisa. E Cinema. Tenho me envolvido em bons projetos, acho que vão acontecer, estou me esforçando para isso.

Efêmero são os problemas momentâneo que passamos, como uma prova se segunda chama ou definir o que estou afim de ouvir no momento. Digamos, ainda tenho texto, ainda viram mais provas, e o curta ainda não foi filmado, mas a soma de todos esses problemas já se esvaíram em um passado efêmero, se posso dizer assim.

Afinal, não tenho HIV, ou Câncer, saca? Problemas eternos e derradeiros, fatais até.

Só provas e projetos. Nada de mais. Francamente... isso não me motiva a viver mais e melhor “Meu! Eu tenho uma vida perfeita sem doenças ou problemas não efêmeros, vou aproveitar melhor a vida”, escuto histórias sobre o contrario disso, e fazem sentido pra mim.

Me divirto quando ganho no pimbolin / totó / Futebol-de-mesa, com meus amigos de sala. Gosto de conversar horas sobre filmes e livros e mulheres e quadrinhos. Adoro contar e ouvir piadas e rir. Se existe algo que eu gosto é rir. Não estou envolvido em uma faze suicida para evitar minha vida efêmera, mas em pequenas felicidades para evitar a efemeridade da vida.

Vamos sair dessa prosa estranha e falar algo cultural, que faça alguém crescer.

Leiam, “Alta Fidelidade” de Nick Hornby. Estou lendo ele, fiquei a noite toda lendo, e vou terminar de ler ele o quanto antes. É ótimo. Um livro para homens, talvez seja um romance, mas é um romance para homens. Tipo “Closer”, o filme. As mulheres gostam do filme, mas quem entende realmente são os homens. Recomendo mulheres lerem o livro também. É ótimo para todas as idades, faz os homens avaliarem seus relacionamentos, sua vida e as musicas que escutam, e as mulheres a entenderem, em parte os homens. Por que, ali, tem coisa que só homens de verdade entendem.

Leiam, vale a pena. Sem duvida um complemento a vida, e vocês vão rir. Rir sem parar.

“Aqueles tempos se foram, boa viagem e fodam-se eles; a infelicidade realmente significava algo naquela época. Agora é só um saco, como ficar resfriado ou não ter dinheiro. Se você realmente queria me sacanear, deveria ter me conhecido antes.”

- Rob Fleming, 35 anos, personagem do “Alta Fidelidade

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